Engenharia de Avaliações

Data: 23/01/2017 | Fonte: Nero Perícias

A arte da Engenharia de Avaliações foi desenvolvida principalmente a partir de 1890, quando engenheiros, industriais, economistas e os tribunais começaram a encarar seriamente o trabalho formal de avaliações.

Essa atividade formal de avaliações passou gradativamente do campo do negociante, do contador e do financista para o engenheiro à medida que surgiu uma intensa expansão industrial e a literatura sobre Engenharia de Avaliações iniciou-se praticamente em 1900, enquanto a arte da Engenharia de Avaliações tem estado em contínuo processo de aperfeiçoamento (MOREIRA, 2001, p.23).

Engenharia de Avaliações

Os primeiros artigos publicados no Brasil sobre avaliação de imóveis, datam de 1918. Um dos trabalhos mais antigos que se conhece sobre o assunto, tratavam de novos métodos de avaliação de terrenos empregando a curva de profundidade Lindsay-Bernard, métodos estes que passaram a ser sistematicamente aplicados pelos engenheiros daquela época, isto é, em 1923. A partir daí, os estudos de Engenharia de Avaliação vêm evoluindo no Brasil graças a inúmeros profissionais que se dedicam ao estudo e pesquisa de divulgação da técnica de avaliação de imóveis (Fiker, 1997, p. 17).

Um grande número de engenheiros, aquitetos e entidades vem desenvolvendo esforços nesse campo, visando revestir a matéria do embasamento científico necessário, criando elementos e fornecendo critérios para a atuação de profissionais altamente especializados e como resultado desses esforços, surgiu a primeira Norma para Avaliações de Imóveis Urbanos da ABNT, a NBR-5676/89 (Antiga NB 502), que indica princípios gerais, conceitos, classifica métodos e disciplina a apresentação de laudos para a avaliação de imóveis (Fiker, 1997, p. 17).

A Engenharia de Avaliações não é uma ciência exata, mas sim a arte de estimar os valores de propriedades específicas em que o conhecimento profissional de engenharia e o bom julgamento são condições essenciais (MOREIRA, 2001, p.23).

Os engenheiros, contabilistas, economistas, magistrados e advogados estão continuamente estudando as várias facetas da arte, enquanto tribunais nacionais e estrangeiros têm contribuído com longa lista de decisões que mostram uma evolução gradual no sentido do desenvolvimento de conceitos fundamentais de avaliação formulados clara e metodicamente. A Engenharia de Avaliações exige conhecimentos básicos de valor e custo, das vidas úteis e das características de operação das partes componentes que compreendem as modernas propriedades (MOREIRA, 2001, p. 23).

Nos dias de hoje a Engenharia de Avaliações está calcada na Norma da ABNT NBR 14.653, que subdivide-se em sete partes, sendo a atribuição de cada uma:

  • Parte 1: Procedimentos gerais;

  • Parte 2: Imóveis urbanos;

  • Parte 3: Imóveis rurais;

  • Parte 4: Empreendimentos;

  • Parte 5: Máquinas, equipamentos, instalações e bens industriais em geral;

  • Parte 6: Recursos naturais e ambientais;

  • Parte 7: Patrimônios históricos.

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